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Elimine os seus problemas com varizes e derrames

Se é um dos cerca de 2 milhões de portugueses que sofre com a Doença Venosa Crónica (vulgo varizes), a especialidade de Cirurgia Vascular pode ter algo a oferecer-lhe. A melhoria estética é possível, mas mais importante, a sua saúde pode colher ganhos actuais e futuros. Um dos tratamentos actuais baseia-se na radiofrequência, uma técnica essencialmente não invasiva.

Quais as principais causas e sintomas das varizes?

varizesAproximadamente cerca de 30% da população mundial é afectada por varizes e derrames. Esta patologia, uma das facetas da Doença Venosa Crónica, tem maior incidência no sexo feminino, mas também afecta o sexo masculino, ainda que em menor escala.

Entre os exemplo de factores que influenciam o aparecimento e agravam as varizes  estão a hereditariedade, a falta de actividade física, o excesso de peso, a alimentação pobre em fibras e os hábitos posturais. Quem, por exemplo, trabalha durante longos períodos em pé tem tendência a desenvolver com mais frequência este problema, e de forma mais grave.

A maioria das pessoas afectadas pela Doença Venosa Vascular diz notar uma sensação de cansaço geral nas pernas, inchaço, comichão e, por vezes, mesmo dor. Em casos mais graves, as varizes podem originar dermatites ou outras alterações cutâneas. As varizes são, ainda, um dos factores mais frequentemente associados à ocorrência de tromboflebites.

Para quem é atingido por este incómodo e inestético problema, a equipa da Cirurgia Vascular oferece a possibilidade de tratamento com recurso à radiofrequência.

Existem diferenças entre varizes e derrames?

Sim, existem. Enquanto os derrames são dilatações de pequenos capilares na pele, as varizes são veias dilatadas que formam linhas sinuosas de localização subcutânea, provocadas pela alteração da estrutura das suas paredes. Os derrames são pequenos vasos sanguíneos, que podem apresentar tonalidades entre o vermelho, arroxeado ou azul, sob a forma de linhas muito superficiais.

Em que consiste o tratamento de radiofrequência?

A radiofrequência é um procedimento muito pouco invasivo para o tratamento de varizes e evita a clássica incisão na prega da virilha e respectivas complicações.

Esta técnica aproveita a energia produzida pela radiofrequência para aquecer a parede da veia, através de um catéter, que é colocado no seu interior. O aquecimento irá encolher as fibras de colagénio que compõem parte da parede do vaso. Desse modo, o diâmetro da veia é reduzido e, simultaneamente, as proteínas do sangue são desnaturadas pelo calor, de forma a eliminar o vaso. No período de 10 a 12 meses que se segue, a veia acaba por fibrosar completamente, tornando-se virtualmente invisível ao exame ecográfico, mesmo sem ter sido, de facto, extraída.

Para a equipa de médicos da Cirurgia Vascular, sempre que possível, este é um dos métodos de eleição no tratamento de varizes, pois não provoca desconforto significativo nem implica períodos longos de recuperação. A Cirurgia Vascular, ao ocupar-se deste problema, pode ajudá-lo a recuperar a auto-estima e a ganhar uma nova qualidade de vida.

As consultas com os nossos profissionais podem ser agendadas através dos números 229 980 940 (Hospital de Dia da Maia), 229 980 900 (Hospital Privado da Boa Nova), 229 940 663 (Centro Médico Leça da Palmeira) ou 255 820 700 (Sta Casa da Misericórdia de Lousada).

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Livre-se das suas varizes e derrames de forma eficaz

Sofrer de varizes é um problema de saúde muito comum, principalmente entre as mulheres. Além de degradar o aspecto das pernas, as varizes e os derrames causam sintomas desagradáveis, que impedem que se tenha uma boa qualidade de vida. Muitas pessoas que apresentam quadros de Doença Venosa Crónica – nome científico para as varizes – evitam serem tratadas por recearem os tradicionais procedimentos, normalmente muito invasivos. Mas, para gáudio de quem sofre desta patologia, os tratamentos para combater varizes da Cirurgia Vascular são totalmente diferentes de tudo o que até agora conheceu.

Recorremos a técnicas de tratamento por radiofrequência, que se baseiam em procedimentos muito pouco invasivos, transformando a experiência do paciente em algo totalmente suportável. Não espere mais tempo para tratar das suas varizes!

O que são, de facto, varizes?

varizesAs varizes são veias dilatadas, com formas proeminentes e tortuosas. Além de serem muito inestéticas, as varizes podem causar dor, cansaço, comichão e sensação de peso nas pernas, sintomas muito incómodos e que afectam a vida de quem sofre deste problema. Apesar de serem mais comuns nas pernas, as varizes podem surgir noutras partes do corpo também.

As veias são vasos sanguíneos que transportam sangue dos tecidos do corpo até ao coração e são dotadas de válvulas que ajudam o sangue a fluir. Quando essas válvulas não funcionam bem, o sangue retorna e formam-se poças nas veias, causando o seu inchaço e originando assim as varizes.

Se sofre deste problema, não adie mais o seu tratamento. Procure a ajuda dos profissionais da Cirurgia Vascular e elimine de vez as varizes que tanto a incomodam, através de procedimentos simples e indolores de radiofrequência.

Os derrames são diferentes das varizes?

Sim. Os derrames são dilatações de capilares na derme e as varizes são veias dilatadas e tortuosas de localização subcutânea, provocadas por alterações da estrutura das suas paredes. Os derrames são pequenos vasos sanguíneos que apresentam tonalidades que variam entre o vermelho, arroxeado ou azulado. Ambos são variações da Doença Venosa Crónica.

Independentemente do grau de complexidade do seu caso, os profissionais da Cirurgia Vascular sabem como responder-lhe de forma muito rápida e eficaz.

A radiofrequência é um tratamento seguro?

Sem dúvida! Por ser um procedimento muito menos invasivo do que os habituais tratamentos para varizes, a probabilidade de existirem complicações pós-operatórias é muito menor. Esta técnica consiste no aproveitamento da energia da radiofrequência para aquecer a parede da veia, através da colocação de um catéter no interior na cavidade da veia.

O aquecimento vai promover a diminuição das fibras de colagénio que existem na parede do vaso. O diâmetro da veia é reduzido e, simultaneamente, as proteínas do sangue são desnaturadas pelo calor, obliterando o vaso.

Num período aproximado de 10 a 12 meses, a veia vai fibrosar completamente, sendo depois impossível de detectar num exame ecográfico, apesar de, na realidade, nem ter sido extraída.

Contacte-nos já para marcar a sua consulta, através dos números 229 980 940 (Hospital de Dia da Maia), 229 980 900 (Hospital Privado da Boa Nova), 229 940 663(Centro Médico Leça da Palmeira) ou 255 820 700 (Sta Casa da Misericórdia de Lousada)

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A importância de tratar os derrames na fase inicial

Os derrames, a par das varizes, são patologias encaradas como naturais pela maioria das pessoas, sobretudo as do sexo feminino. Mas, o que muita gente não sabe e devia saber é que as varizes e os derrames devem ser tratados o quanto antes, sob pena de provocarem complicações mais graves e dores bastante agudas. A maioria das pessoas que sofre com estas maleitas opta por nada fazer. Isto, apesar de sofrerem com sensações de dor, peso e cansaço.

A maioria das pessoas que sofre com derrames e varizes opta por nada fazer

varizes e derramesOs derrames têm o nome científico de telangiectasias e, no fundo, tratam-se de pequenos vasos capilares que surgem na pele, tipicamente nas zonas dos tornozelos, das coxas ou até mesmo dos tornozelos. Caso não sejam tratados, estes derrames dilatam e provocam a estagnação do sangue. A fase seguinte é evoluírem para varizes, se não forem tratados a tempo. Se, ainda assim, o problema não for tratado, nomeadamente com recurso a procedimentos de cirurgia vascular, como a radiofrequência, entre outros, o sangue que entretanto estagnou pode dar origem a flebites ou a outras patologias, como tromboses venosas, impedindo a oxigenação dos tecidos e a passagem do sangue.

Quanto mais for adiado o tratamento, maior será o sofrimento e mais demorada a recuperação do doente

O estado seguinte é o surgimento de eczemas, o que origina comichão. Depois, evolui normalmente para a úlcera da perna, que vai incapacitar os pacientes e pode demorar mais de dois anos a cicatrizar. Este estágio já provoca um sofrimento significativo e um nível de dor bastante considerável. E isso é algo perfeitamente evitável. Basta que se queira tratar em temo útil. É por isso que tratar os derrames é imprescindível. Os derrames e as varizes são daquele tipo de patologias que, quanto mais avançam, maior incapacidade provocam. No limite, os pacientes deixam de querer conviver social e familiarmente. Há muitos casos registados de pacientes que, inclusivamente, chegam a deixar o emprego e até a pedir reformas antecipadas por invalidez.

Devem tratar-se os derrames e as varizes na sua fase inicial para evitar problemas maiores

Para evitar estas situações deveras incomodativas, trate os derrames e as varizes na sua fase inicial e impeça ao máximo que evoluam para outros estágios. Marque uma consulta de cirurgia vascular e submeta o seu caso a apreciação médica. Não espere pela evolução da patologia. Evite complicações, dor e sofrimento. Recorde que a doença venosa crónica aumenta o risco de outros problemas dermatológicos, especialmente infecções cutâneas e eczemas. Por isso, não adie a sua consulta de cirurgia vascular. A avaliação vai permitir dar início ao processo de diagnóstico e terapêutico em tempo útil. Quanto mais cedo começar o tratamento, mais rápido e eficaz ele será. E menos complicações vai ter.

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